DA CIDADE II




existe um canto
que sobrevive
à (b) usina de todos os dias
acalanto da memória
que a cidade descongela.

que é a barra / a barca
tremulando nos espaços
do arquiteto imóvel

a noite cobre aflitiva
a cidade:
o poema não se vence;
um homem bebe cicuta!



em Percurso do verbo
Teresina: 1987

CAMINHO DE PERDIÇÃO (trechos)

Capítulo 7 Saímos, eu e o Borba. Sentamos num banco da praça Pedro II, os olhos espetados no voltear das môças. Borba falava: -...